Defesa de Flávio pede Mendonça no lugar de Moraes

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Defesa de Flávio pede Mendonça no lugar de Moraes

A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao Supremo Tribunal Federal que o ministro André Mendonça assuma, no lugar de Alexandre de Moraes, a relatoria da investigação que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o parlamentar e o advogado Willer Tomaz.

Os advogados também contestaram medidas cautelares impostas ao senador, entre elas a entrega e o cancelamento de passaportes e a proibição de contato com Willer Tomaz. Os pedidos foram apresentados em três petições protocoladas no STF em 30 de outubro de 2026.

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📰 Leia Também — Fontes Nacionais

Terra

Defesa pede Mendonça no lugar de Moraes

Reportagem detalha as três petições e os recursos contra cautelares.O GloboPedido envolve investigação e cautelaresDefesa questiona relatoria e pede fim da proibição de contato com Willer Tomaz.Folha de S.PauloDefesa sustenta impedimento de MoraesTexto contextualiza a investigação e o argumento para redistribuição.Valor EconômicoInvestigação envolve Willer TomazCobertura resume o objeto da apuração e os pedidos ao Supremo.

O que a defesa pediu ao STF?

Duas petições foram encaminhadas ao presidente do STF, ministro Edson Fachin. Nelas, a defesa questiona a permanência de Moraes na condução do inquérito e pede que André Mendonça assuma a relatoria ou que o caso seja redistribuído. A terceira petição foi dirigida ao próprio Moraes e solicita a revisão das restrições impostas ao senador.

O pedido de troca de relator ainda é uma solicitação da defesa. Até as informações consultadas, não havia decisão pública do STF acolhendo a redistribuição ou afastando Moraes.

Por que Mendonça foi indicado?

Os advogados argumentam que Mendonça já supervisiona investigações relacionadas a Willer Tomaz no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura suspeitas de fraudes em descontos associativos de aposentados e pensionistas do INSS. A tese é que a investigação envolvendo Flávio teria conexão com apurações anteriores sobre a mesma estrutura e, por isso, deveria ficar sob a relatoria de Mendonça.

No vocabulário processual, a defesa invoca a ideia de prevenção: quando um ministro já conduz um procedimento conectado, os novos desdobramentos poderiam ser encaminhados a ele. Essa é a interpretação apresentada pelos advogados e ainda depende de análise do Supremo.

Quais são os argumentos contra Moraes?

A defesa pede que Moraes seja declarado impedido ou, alternativamente, suspeito para continuar à frente do caso. O argumento menciona uma empresa proprietária de aeronave usada pelo ministro e relações empresariais associadas ao advogado Willer Tomaz e ao empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.

O Globo informou que os advogados sustentam que possíveis vínculos jurídicos e patrimoniais justificariam o afastamento para preservar a imparcialidade. A própria defesa, segundo a reportagem, ressalva que não afirma que Moraes tenha agido por interesse particular; trata-se de um argumento processual sobre aparência de conflito e imparcialidade.

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Medidas cautelares também foram contestadas

Além de pedir a mudança de relatoria, os advogados querem derrubar as cautelares impostas a Flávio. Entre elas estão o cancelamento dos passaportes brasileiros, a entrega de documentos de viagem de outras nacionalidades e a proibição de contato com Willer Tomaz.

A defesa questiona os fundamentos usados para impor as restrições e afirma que elementos citados pela Polícia Federal, como a presença de Flávio entre contatos favoritos de Willer e o pagamento de passagens, não seriam suficientes para demonstrar envolvimento em atividade ilícita. Essas afirmações são da defesa e não representam conclusão judicial sobre o caso.

O que acontece agora?

Os pedidos precisam ser analisados pelo Supremo. Edson Fachin deverá examinar as petições que questionam a permanência de Moraes, enquanto a solicitação de revisão das cautelares foi dirigida ao relator. Até uma decisão, Moraes permanece responsável pelo inquérito conforme as informações publicadas.

A investigação não equivale a uma condenação. O caso trata de suspeitas que ainda devem ser analisadas pelas autoridades competentes, com direito de defesa e contraditório ao longo do procedimento.

O que está confirmado:
A defesa protocolou três petições no STF; pediu que Mendonça assuma a relatoria; questionou a permanência de Moraes; e recorreu contra cautelares. A troca de relator ainda não estava confirmada nas fontes consultadas.

🌐 Fontes Internacionais

Reuters

Brasil na cobertura internacional

A seção das Américas acompanha os desdobramentos políticos brasileiros, mas não traz a petição específica.BBC NewsAmérica Latina e BrasilA seção internacional cobre a eleição brasileira e seus principais atores.ReutersContexto regionalPágina de cobertura regional para acompanhamento internacional do caso brasileiro.

A defesa de Flávio Bolsonaro pediu ao STF a substituição de Alexandre de Moraes por André Mendonça na relatoria da investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o senador e Willer Tomaz. Também contestou passaportes e a proibição de contato entre os investigados. Os argumentos ainda aguardam análise do Supremo e não representam decisão sobre a responsabilidade dos envolvidos.

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✍️ Redação CotidiaNews

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Defesa de Flávio questiona Moraes e pede redistribuição a Mendonça

Tags

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